Cirurgia de mama

Mastopexia com ou sem prótese: o que muda?

A mastopexia pode ser realizada com ou sem implante. A escolha depende de volume, queda, pele e objetivos da paciente.

Publicado em 7 min de leituraCategoria: Cirurgia de mama

Dr. André Linhares - Cirurgião Plástico

CRM-PR 31.110 · RQE-PR 29.720

Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

A mastopexia é uma das cirurgias mamárias mais individualizadas que existem. Cada paciente chega à consulta com um conjunto único de volume, queda, pele e objetivos. A decisão sobre fazer ou não a associação com prótese depende dessa avaliação, não de uma regra geral. Este conteúdo ajuda a entender o que muda entre as duas abordagens.

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O que é mastopexia

Mastopexia é a cirurgia que reposiciona a aréola e remodela a mama, retirando excesso de pele e redistribuindo o tecido mamário. O objetivo é corrigir a posição da mama, não necessariamente aumentar o volume.

É uma cirurgia indicada quando há ptose mamária, ou seja, quando o complexo aréolo-mamilar e o tecido mamário ficam abaixo do sulco da mama.

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Quando a mastopexia pode ser indicada

A indicação aparece quando há queda mamária com ou sem excesso de pele, geralmente associada a alterações depois da gestação e amamentação, perda de peso importante ou características individuais de tecido.

Para entender melhor a relação entre prótese e queda, veja também prótese de silicone levanta a mama?.

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Mastopexia sem prótese

Quando há volume mamário suficiente, é possível reposicionar e remodelar a mama sem uso de implante. A própria glândula é redistribuída para dar projeção e suporte ao novo formato, e a aréola é reposicionada em altura adequada.

Essa abordagem é considerada quando a paciente está satisfeita com o volume atual e busca, principalmente, corrigir a queda.

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Mastopexia com prótese

A associação com prótese pode ser considerada quando há desejo de aumento de volume, preenchimento da parte superior da mama ou quando o tecido mamário disponível é pequeno em relação à proporção do tórax.

Essa decisão depende da qualidade da pele e da viabilidade técnica de associar duas etapas em uma mesma cirurgia. Em alguns casos, o cirurgião pode optar por uma abordagem em dois tempos para reduzir tensão sobre os tecidos.

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Como escolher entre uma e outra

Não é a paciente, sozinha, quem escolhe a técnica. A escolha é construída em consulta, considerando exame físico, medidas, qualidade da pele, simetria, histórico de amamentação, peso, estabilidade e expectativas.

Ouvir o objetivo da paciente é parte importante do processo, mas a indicação técnica precisa ser feita a partir de critérios médicos.

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Cicatrizes: o que precisa ser entendido

A mastopexia envolve cicatrizes específicas, que variam conforme o grau de queda e a técnica indicada. Pode haver cicatriz ao redor da aréola, em linha vertical até o sulco e, em alguns casos, no próprio sulco mamário.

Toda cirurgia deixa cicatriz. O planejamento busca posicioná-las da forma mais discreta possível, mas a evolução depende de técnica, genética e cuidados pós-operatórios.

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Recuperação e acompanhamento

A recuperação varia conforme a abordagem escolhida, o uso ou não de implante e as condições clínicas da paciente. O retorno às atividades é progressivo e orientado em retornos programados.

Para entender melhor o que esperar antes e depois, vale conferir a jornada do paciente e a página de segurança em cirurgia plástica.

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Quando agendar uma avaliação

Se você considera uma mastopexia, a avaliação presencial é o caminho para entender qual abordagem faz sentido no seu caso. Conheça mais em cirurgia de mama.

Atendimento presencial como cirurgião plástico em Toledo e cirurgião plástico em Palotina. Para agendar, entre em contato.

Mastopexia com ou sem prótese são caminhos diferentes para necessidades diferentes. A indicação correta é sempre individual.

Próximo passo

Avalie seu caso com o Dr. André Linhares.

A indicação depende de avaliação médica individual, com exame físico e análise das suas condições clínicas.

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Conteúdo revisado pelo Dr. André Linhares - Médico, Cirurgião Plástico | CRM-PR 31.110 | RQE-PR 29.720. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Última revisão: agosto de 2026.

As informações deste conteúdo têm finalidade educativa e não substituem consulta médica. A indicação depende de avaliação individual. Cirurgia plástica envolve riscos, limites, cicatrizes e tempo de recuperação.

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