Dr. André Linhares

Dr. André Linhares

Cirurgia plástica com formação especializada, planejamento individual e acompanhamento responsável.

Cirurgião PlásticoCRM-PR 31.110RQE-PR 29.720Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia PlásticaConsultas em Toledo e Palotina. Cirurgias no Hospital Campagnolo, em Toledo.

Escolher um cirurgião plástico envolve mais do que observar fotografias ou conhecer o nome de uma técnica.

É importante compreender a formação do profissional, sua experiência com o tipo de cirurgia desejada, sua maneira de conduzir a consulta e a responsabilidade com que indica cada procedimento.

O Dr. André Linhares atua em cirurgia plástica estética e reparadora, com formação em Cirurgia Geral, residência médica em Cirurgia Plástica e aperfeiçoamento em Reconstrução Mamária.

Sua forma de trabalhar parte de uma avaliação detalhada da anatomia, das condições clínicas, das expectativas e dos limites de segurança de cada paciente.

A proposta não é oferecer uma cirurgia padronizada, mas construir um planejamento coerente com o corpo, os objetivos e o momento de vida de cada pessoa.

Medicina

Faculdade Evangélica do Paraná, 2013

Cirurgia Geral

Hospital Universitário Evangélico de Curitiba

Cirurgia Plástica

Hospital São Paulo, UNIFESP

Aperfeiçoamento

Fellowship em Reconstrução Mamária

Dr. André Linhares, cirurgião plástico em Toledo e Palotina
Apresentação em breve

Apresentação

Conheça o Dr. André antes da consulta

Uma apresentação curta sobre a forma de conduzir a consulta, avaliar a anatomia e explicar com clareza o que pode ser alcançado.

A cirurgia plástica começa muito antes do centro cirúrgico. Ela começa quando é possível compreender o que realmente incomoda o paciente, avaliar sua anatomia e discutir com clareza o que pode ser alcançado.

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Formação e credenciais

O Dr. André Linhares graduou-se em Medicina pela Faculdade Evangélica do Paraná, em 2013. A graduação médica é a primeira etapa de uma trajetória que prosseguiu com formação cirúrgica especializada.

Residência médica em Cirurgia Geral

Realizou residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário Evangélico de Curitiba.

A formação em Cirurgia Geral desenvolve fundamentos importantes para a atuação cirúrgica, como:

  • avaliação clínica
  • conhecimento anatômico
  • manejo de tecidos
  • tomada de decisão
  • prevenção e tratamento de intercorrências
  • cuidado perioperatório

Residência médica em Cirurgia Plástica

Realizou residência médica em Cirurgia Plástica no Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

A residência em Cirurgia Plástica contempla procedimentos estéticos e reparadores, envolvendo planejamento, técnica cirúrgica, tratamento dos tecidos, cicatrização e acompanhamento pós-operatório.

Fellowship em Reconstrução Mamária

Após a formação em Cirurgia Plástica, realizou fellowship em Reconstrução Mamária.

Essa área exige avaliação detalhada da forma, do volume, da simetria, da qualidade dos tecidos e das possibilidades de reconstrução.

Esse conhecimento também contribui para o planejamento de cirurgias mamárias estéticas, especialmente em situações que envolvem:

  • assimetrias
  • alterações de formato
  • cirurgias anteriores
  • retirada de implantes
  • perda de tecido
  • necessidade de remodelação
  • reconstrução da mama

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O que significam CRM e RQE?

CRM-PR 31.110. O CRM é o registro profissional do médico no Conselho Regional de Medicina. Ele identifica que o profissional está regularmente inscrito para exercer a medicina no estado.

RQE-PR 29.720. RQE significa Registro de Qualificação de Especialista. O RQE em Cirurgia Plástica indica que a especialidade médica está registrada no Conselho Regional de Medicina do Paraná.

Para o paciente, essa informação permite diferenciar um médico com especialidade registrada em Cirurgia Plástica de profissionais que apenas realizam procedimentos estéticos sem possuir a mesma formação especializada.

O Dr. André Linhares é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, entidade médica ligada à especialidade. Essa informação aparece junto ao CRM e ao RQE para que o paciente consiga compreender as credenciais profissionais sem depender apenas de siglas.

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Da formação para o cuidado do paciente

Uma lista de títulos, por si só, não explica como o paciente será cuidado.

Na prática, a formação do Dr. André orienta uma maneira de trabalhar baseada em princípios claros.

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Diagnóstico correto

Antes de escolher uma técnica, é necessário entender o que realmente forma a queixa.

Uma alteração corporal pode estar relacionada a diferentes componentes, como:

  • gordura
  • excesso de pele
  • flacidez
  • glândula
  • musculatura
  • parede abdominal
  • cicatrizes
  • assimetrias
  • mudanças após gestação ou emagrecimento

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Planejamento individual

O tratamento precisa ser direcionado à causa, e não apenas ao nome popular dado ao problema.

Pessoas com queixas semelhantes podem precisar de cirurgias diferentes. O planejamento considera:

  • anatomia
  • qualidade da pele
  • distribuição de gordura
  • proporções corporais
  • histórico de saúde
  • cirurgias anteriores
  • objetivos
  • cicatrizes necessárias
  • rotina
  • disponibilidade para recuperação
  • critérios de segurança

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Segurança antes da conveniência

O paciente não precisa chegar à consulta tendo escolhido uma técnica. A consulta existe justamente para comparar as possibilidades e definir o que faz sentido em cada caso.

Realizar mais procedimentos em uma única cirurgia nem sempre representa a melhor escolha. A associação de cirurgias precisa considerar:

  • condições clínicas
  • extensão das áreas tratadas
  • duração prevista
  • perda sanguínea
  • mobilidade no pós-operatório
  • risco de trombose
  • capacidade de recuperação
  • estrutura hospitalar

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Comunicação clara

Quando necessário, o tratamento pode ser dividido em etapas. A decisão deve priorizar a segurança, mesmo que isso signifique um planejamento mais longo.

O paciente precisa compreender:

  • o que pode ser melhorado
  • quais limitações existem
  • onde ficarão as cicatrizes
  • como será a recuperação
  • quais riscos estão envolvidos
  • quais alternativas podem ser consideradas
  • quando é mais seguro não operar ou adiar a cirurgia

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Naturalidade não significa fazer sempre uma mudança pequena

Uma boa decisão começa quando as expectativas são discutidas com transparência.

O conceito de naturalidade não está relacionado apenas ao tamanho da transformação. Um resultado natural é aquele que mantém coerência com:

  • a anatomia
  • o formato corporal
  • a estrutura dos tecidos
  • as proporções
  • a identidade da pessoa

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Como é construído o planejamento cirúrgico?

Alguns pacientes precisam de ajustes mais discretos. Outros apresentam excesso de pele, alterações importantes da parede abdominal, grande perda de peso ou cirurgias anteriores que exigem um tratamento mais amplo. A intensidade da cirurgia deve ser proporcional ao problema encontrado.

1. Compreensão da queixa. A consulta começa com uma conversa sobre o que incomoda, quando essa percepção surgiu e qual mudança o paciente espera alcançar. Também é importante compreender experiências anteriores, receios, prioridades, rotina, disponibilidade para recuperação e expectativas em relação ao resultado.

2. Avaliação da anatomia. O exame físico permite identificar os diferentes componentes da queixa. Dependendo da região, podem ser avaliados pele, gordura, glândula, musculatura, parede abdominal, volume, assimetrias, cicatrizes, qualidade dos tecidos, posição de estruturas e materiais ou produtos previamente utilizados.

3. Avaliação das condições clínicas. A segurança também depende do histórico de saúde. São consideradas informações como doenças, medicamentos, alergias, tabagismo e uso de nicotina, histórico de trombose, anemia, alterações hormonais, variações de peso, cirurgias anteriores, uso de suplementos ou substâncias e qualidade nutricional. Exames e avaliações complementares são solicitados conforme a cirurgia e o risco individual.

4. Comparação das possibilidades. Uma mesma queixa pode ter mais de uma alternativa de tratamento. Durante a consulta, são discutidos benefícios possíveis, limitações, cicatrizes, riscos, recuperação, necessidade de procedimentos associados, possibilidade de realizar a cirurgia em etapas e impacto de cada escolha sobre o resultado.

5. Decisão compartilhada. A cirurgia não deve ser escolhida apenas pelo médico nem definida exclusivamente pelo desejo do paciente. A decisão é construída pela combinação entre indicação técnica, objetivos, segurança, anatomia, aceitação das cicatrizes, recuperação possível e compreensão dos riscos e das limitações.

6. Acompanhamento da recuperação. O resultado não termina no centro cirúrgico. A evolução envolve consultas de retorno, avaliação da cicatrização, controle do inchaço, orientação sobre curativos e compressão, retorno progressivo às atividades, acompanhamento das cicatrizes, identificação precoce de alterações e avaliação da adaptação dos tecidos. O tempo de recuperação varia conforme o procedimento e a resposta de cada organismo. Saiba mais sobre o pós-operatório.

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Principais áreas de atuação

A escolha das cirurgias mamárias considera volume, forma, posição, pele, glândula, qualidade dos tecidos e proporção corporal. No abdome, o planejamento pode combinar redução de gordura, retirada de pele, tratamento da parede abdominal, preservação de volume e lipoenxertia.

A cirurgia pode valorizar a musculatura existente, mas não cria músculo nem substitui atividade física. A lipoenxertia é planejada de forma individual, com atenção ao plano de aplicação e aos critérios de segurança. Na ginecomastia, o objetivo não é apenas retirar volume, mas construir um tórax proporcional e compatível com a anatomia masculina. Após grande emagrecimento, em muitos casos o planejamento em etapas favorece uma recuperação mais organizada.

Cirurgias das mamas

O planejamento mamário pode envolver:

  • prótese mamária
  • mastopexia
  • redução das mamas
  • correção de assimetrias
  • tratamento da mama tuberosa
  • explante de silicone com remodelação mamária
  • lipoenxertia
  • reconstrução mamária

Abdome e contorno corporal

A avaliação pode incluir:

  • gordura localizada
  • flacidez
  • excesso de pele
  • diástase
  • alterações após gestação
  • mudanças depois de grande emagrecimento
  • ausência de definição
  • assimetrias
  • proporções entre abdome, cintura, dorso e quadris

Lipoaspiração e definição corporal

A lipoaspiração pode ser planejada em diferentes níveis de definição. Dependendo do caso, pode envolver:

  • retirada seletiva de gordura
  • preservação de áreas importantes
  • valorização das transições anatômicas
  • lipoenxertia
  • tecnologias de retração
  • tratamento corporal feminino ou masculino

Remodelação glútea

O planejamento dos glúteos considera:

  • projeção
  • largura
  • quadris
  • depressões laterais
  • cintura
  • dorso
  • moldura glútea
  • sulco infraglúteo
  • qualidade da pele

Ginecomastia e contorno masculino

O tratamento da ginecomastia pode envolver:

  • lipoaspiração
  • retirada glandular
  • tratamento do excesso de pele
  • reposicionamento ou redução das aréolas
  • definição do tórax
  • tratamento das transições entre peitoral, abdome, axilas e dorso

Cirurgias após grande emagrecimento

Depois de uma perda importante de peso, podem permanecer excessos de pele em várias regiões. O tratamento pode envolver:

  • abdome
  • tronco
  • braços
  • axilas
  • mamas
  • coxas
  • glúteos
  • púbis

Cirurgias da face

A atuação facial inclui blefaroplastia e otoplastia.

O objetivo é tratar alterações específicas preservando identidade, expressão e naturalidade.

Lipedema

Pacientes com suspeita ou diagnóstico de lipedema podem ser avaliadas dentro de um planejamento individual.

O conteúdo completo sobre sintomas, diagnóstico, acompanhamento e possibilidades de tratamento está concentrado no Lipera, projeto dedicado ao cuidado e à educação sobre lipedema.

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Tecnologia como parte do planejamento

Recursos tecnológicos podem contribuir para:

  • visualização de estruturas
  • controle de planos
  • acompanhamento de cânulas
  • retração dos tecidos
  • refinamento do contorno
  • segurança em procedimentos selecionados

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Confiança construída com clareza

É importante que o paciente se sinta à vontade para conversar sobre:

  • inseguranças
  • medo da cirurgia
  • receio das cicatrizes
  • expectativas
  • cirurgias anteriores
  • uso de medicamentos
  • uso de hormônios ou anabolizantes
  • tabagismo
  • produtos injetados
  • experiências negativas anteriores

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Onde o Dr. André atende?

Informações omitidas podem interferir diretamente no planejamento e na segurança. A relação médico-paciente não deve ser baseada em promessas. Ela é construída com escuta, transparência, responsabilidade e acompanhamento.

Toledo. Consultas, avaliações e acompanhamento pós-operatório. As cirurgias são realizadas no Hospital Campagnolo, em Toledo, conforme o porte e as necessidades de cada procedimento.

Palotina. Consultas e avaliações em datas programadas. Quando existe indicação cirúrgica, o procedimento é planejado para realização no Hospital Campagnolo, em Toledo.

Veja endereços e detalhes em locais de atendimento.

Sua cirurgia começa por uma avaliação individual. A consulta é o momento de compreender sua queixa, avaliar sua anatomia, comparar alternativas e discutir com clareza os riscos, as limitações, as cicatrizes e a recuperação.

O paciente não agenda uma técnica. Agenda uma avaliação para descobrir qual planejamento faz sentido para seu caso.

Uma boa cirurgia começa antes do centro cirúrgico: começa com formação, escuta, diagnóstico correto, planejamento responsável e uma decisão construída com clareza.

Próximo passo

Avalie seu caso com o Dr. André Linhares.

A indicação depende de avaliação médica individual. Agende uma consulta para entender as possibilidades do seu caso.

Agendar avaliação

Conteúdo revisado pelo Dr. André Linhares - Médico, Cirurgião Plástico | CRM-PR 31.110 | RQE-PR 29.720. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Última revisão: agosto de 2026.

As informações deste conteúdo têm finalidade educativa e não substituem consulta médica. A indicação depende de avaliação individual. Cirurgia plástica envolve riscos, limites, cicatrizes e tempo de recuperação.

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