A flacidez não é igual em todos os pacientes.
Algumas pessoas apresentam apenas uma redução discreta da firmeza. Outras possuem pele excedente, dobras ou tecidos pendentes que não conseguem se adaptar apenas com estímulos de retração.
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Como essas tecnologias atuam
As tecnologias disponíveis utilizam diferentes formas de energia e podem atuar por mecanismos:
- térmicos
- mecânicos
- eletromagnéticos
- acústicos
- combinados
O objetivo pode incluir:
- contração parcial dos tecidos
- estímulo de colágeno
- melhora da firmeza
- remodelação da pele
- melhor adaptação após lipoaspiração
- tratamento complementar de gordura localizada
- melhora da textura
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Retração, melhora da pele e retirada de pele são coisas diferentes
Esses conceitos não devem ser confundidos.
Retração
É a contração parcial dos tecidos após o estímulo. Depende da qualidade da pele e do grau de flacidez.
Melhora da pele
Envolve textura, firmeza e qualidade dos tecidos, sem necessariamente reduzir excesso.
Retirada de pele
É a remoção cirúrgica do tecido excedente, com cicatriz proporcional. Veja retirada localizada de pele e abdominoplastia.
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Para quem essas tecnologias podem ser indicadas?
Podem fazer sentido para pacientes com:
- flacidez leve
- flacidez moderada em casos selecionados
- boa espessura de pele
- alguma capacidade de retração
- gordura localizada
- pequena perda de aderência dos tecidos
- necessidade de complemento após lipoaspiração
- expectativa compatível com melhora parcial
Também podem ser utilizadas em pessoas que ainda não possuem excesso suficiente para justificar uma cirurgia de retirada de pele.
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Quando podem não ser suficientes?
O benefício tende a ser limitado quando existe:
- pele pendente
- dobra abdominal
- excesso importante após emagrecimento
- avental abdominal
- braço com grande sobra de pele
- coxa com flacidez até o joelho
- tecido muito fino e danificado
- grande quantidade de estrias
- perda importante de sustentação
- expectativa semelhante à de uma cirurgia de lifting
Nesses casos, pode ser necessário considerar:
- abdominoplastia
- miniabdominoplastia
- braquioplastia
- cruroplastia
- lifting corporal
- retirada localizada de pele
- outra cirurgia de reposicionamento dos tecidos
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Radiofrequência
A radiofrequência utiliza ondas eletromagnéticas para produzir aquecimento controlado dos tecidos.
Esse aquecimento pode estimular:
- contração do colágeno
- remodelação progressiva
- formação de novo colágeno
- melhora da firmeza
- adaptação da pele
Radiofrequência monopolar
A corrente percorre um caminho mais amplo entre o aplicador e uma placa de retorno.
Pode alcançar camadas mais profundas e costuma exigir controle rigoroso de temperatura e resfriamento da superfície.
Pode ser utilizada para tratamento não invasivo de flacidez em diferentes regiões. A intensidade do tratamento precisa ser equilibrada com conforto e segurança.
Radiofrequência bipolar
A energia circula entre dois polos localizados no próprio aplicador, o que permite uma entrega mais localizada e controlada. Pode ser utilizada isoladamente ou associada a outras tecnologias para:
- firmeza
- remodelação da pele
- melhora do contorno
- tratamento de pequenas áreas de flacidez
Radiofrequência fracionada com microagulhamento
Utiliza microagulhas para levar energia às camadas internas da pele. Pode ajudar a tratar:
- flacidez
- textura
- cicatrizes
- irregularidades superficiais
- qualidade da pele
Radiofrequência interna ou assistida
Utiliza um aplicador introduzido abaixo da pele para tratar tecidos subcutâneos. Pode contribuir para:
- contração do sistema fibroso
- remodelação de gordura
- adaptação da pele
- tratamento associado à lipoaspiração
- melhora do contorno
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Plataformas de radiofrequência citadas com frequência
Na radiofrequência fracionada com microagulhamento estão aparelhos como Morpheus8 e Morpheus8 Body. Ela pode ser uma opção interessante em diferentes fototipos, desde que os parâmetros sejam adequados.
Entre as plataformas de radiofrequência assistida estão:
- BodyTite
- FaceTite
- AccuTite
- outras tecnologias de radiofrequência assistida
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Ultrassom
O ultrassom utiliza ondas acústicas para atuar em profundidades específicas.
Dependendo da tecnologia, pode ser utilizado para:
- estimular colágeno
- produzir pontos de coagulação térmica
- contribuir para retração
- tratar gordura
- auxiliar a lipoaspiração
- visualizar estruturas durante procedimentos
Ultrassom focado de alta intensidade (HIFU)
O ultrassom focado concentra energia em pontos específicos abaixo da pele. Pode estimular contração, formação de novo colágeno, remodelação e melhora gradual da firmeza.
É mais utilizado em tratamentos não invasivos de flacidez leve ou moderada. A resposta tende a ser progressiva e depende da profundidade, da região e da qualidade dos tecidos.
Ultrassom microfocado com visualização
Associa a entrega de energia à visualização das camadas tratadas. Isso pode ajudar a:
- escolher a profundidade
- evitar estruturas inadequadas
- aumentar a precisão
- personalizar o tratamento
Ultrassom assistido para lipoaspiração (VASER)
Tecnologias como o VASER utilizam ultrassom para facilitar o tratamento da gordura durante a lipoaspiração. Podem contribuir para emulsificação da gordura, maior precisão em determinadas áreas, lipoaspiração de definição, tratamento de fibroses em casos selecionados e possível efeito complementar de retração.
O principal objetivo, porém, continua sendo auxiliar a lipoaspiração. Não deve ser apresentado como substituto de retirada de pele.
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Laser
Tecnologias a laser utilizam diferentes comprimentos de onda para atuar sobre:
- água
- colágeno
- pigmentos
- gordura
- superfície ou profundidade da pele
Lasers fracionados
Criam pequenas zonas de tratamento, preservando áreas de pele ao redor. Podem ajudar em textura, cicatrizes, manchas, rejuvenescimento, estímulo de colágeno e retração discreta.
Exemplos incluem diferentes plataformas fracionadas, como Fraxel e lasers de CO2 fracionado. Seu efeito sobre excesso importante de pele é limitado.
Lasers para tratamento subdérmico
Algumas tecnologias utilizam fibras introduzidas abaixo da pele para aquecer tecidos e auxiliar remodelação de gordura, retração, melhora da firmeza e tratamento de áreas pequenas.
O Smartlipo é um exemplo de plataforma utilizada nesse contexto. O risco térmico exige controle preciso da energia.
Tecnologias multimodais a laser
Algumas plataformas combinam diferentes comprimentos de onda e modos de aplicação para tratar camadas profundas e superficiais. A indicação depende do objetivo e da região tratada.
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Plasma
Tecnologias de plasma utilizam energia aplicada aos tecidos para produzir contração e remodelação.
Podem ser aplicadas por abordagens:
- superficiais
- subdérmicas
- combinadas com radiofrequência
- associadas à lipoaspiração
Plasma subdérmico
Pode ser utilizado abaixo da pele para aquecimento controlado e contração dos tecidos. Entre os nomes utilizados no mercado estão:
- Argon 4
- Argoplasma
- Renuvion
- outras plataformas de plasma
Plasma atmosférico frio
É uma tecnologia emergente aplicada principalmente à superfície. Pode ter possíveis aplicações em qualidade da pele, acne, manchas, rejuvenescimento e melhora da permeação de substâncias.
Seu papel no contorno corporal e na retração importante ainda é mais limitado do que o das tecnologias subdérmicas.
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Micro-ondas, estimulação muscular e tecnologias combinadas
Micro-ondas
Tecnologias de micro-ondas utilizam energia eletromagnética em frequências específicas. Podem ser empregadas em tratamentos como:
- redução de suor excessivo
- tratamento de odor axilar
- celulite
- gordura localizada
- firmeza em pequenas regiões
- rejuvenescimento
Estimulação muscular elétrica
Algumas tecnologias provocam contrações musculares por estímulos elétricos ou eletromagnéticos. Podem ser usadas para ativação muscular, melhora do tônus, complemento de contorno e associação com redução de gordura.
Plataformas como truSculpt flex e outros equipamentos podem integrar protocolos de contorno corporal. Essas tecnologias não retiram pele e não criam o mesmo resultado de uma cirurgia ou de um programa consistente de treinamento.
Tecnologias combinadas
Algumas plataformas associam dois ou mais mecanismos, como:
- radiofrequência e microagulhamento
- laser e radiofrequência
- plasma e radiofrequência
- radiofrequência e estímulo muscular
- redução de gordura e retração
- tecnologias externas e subdérmicas
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Uma tecnologia é melhor do que todas as outras?
Não.
Cada modalidade possui:
- profundidade de ação
- mecanismo
- intensidade
- indicações
- limitações
- perfil de recuperação
- riscos próprios
A escolha deve considerar:
- o problema predominante
- a região
- o grau de flacidez
- a espessura da pele
- a presença de gordura
- a cirurgia associada
- o histórico do paciente
- o resultado esperado
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O equipamento não substitui a indicação
Um aparelho moderno não corrige uma indicação inadequada.
Antes de escolher a tecnologia, é necessário responder:
- existe apenas perda de firmeza ou há pele excedente?
- existe gordura localizada?
- existe diástase?
- há cicatrizes anteriores?
- a pele é fina ou espessa?
- há estrias importantes?
- o paciente aceita uma melhora parcial?
- seria necessária uma cirurgia para tratar o problema por completo?
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O que sabemos sobre os resultados?
Tecnologias de energia podem produzir alterações reais nos tecidos, incluindo:
- contração do colágeno
- estímulo de novo colágeno
- remodelação
- melhora de firmeza
- redução de gordura em algumas modalidades
Entretanto, a intensidade do resultado clínico varia bastante.
Uma dificuldade importante é separar:
- melhora causada pela redução de gordura
- redução do inchaço
- retração verdadeira da pele
- melhora de textura
- mudança de iluminação nas fotografias
- resultado produzido por tratamentos combinados
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Tecnologia ou cirurgia?
A cirurgia continua sendo a opção mais efetiva quando existe excesso real de pele.
Tratamentos não invasivos ou minimamente invasivos podem oferecer melhora sem cicatrizes extensas, mas o grau de correção geralmente é menor.
| Situação | Tecnologia | Cirurgia |
|---|---|---|
| Perda leve de firmeza | Pode ser indicada | Geralmente não necessária |
| Flacidez moderada | Pode ajudar em casos selecionados | Pode ser necessária |
| Pele pendente | Resultado limitado | Frequentemente indicada |
| Dobra abdominal | Não elimina a dobra | Pode remover a pele |
| Braço com excesso amplo | Não substitui braquioplastia | Pode tratar |
| Coxa com excesso até o joelho | Não substitui cruroplastia | Pode tratar |
| Pequena frouxidão após lipo | Pode complementar | Depende da anatomia |
| Diástase abdominal | Não corrige | Exige tratamento específico |
| Gordura visceral | Não trata | Cirurgia plástica também não remove |
Situação clínica, papel da tecnologia e papel da cirurgia
Situação
Perda leve de firmeza
- Tecnologia
- Pode ser indicada
- Cirurgia
- Geralmente não necessária
Situação
Flacidez moderada
- Tecnologia
- Pode ajudar em casos selecionados
- Cirurgia
- Pode ser necessária
Situação
Pele pendente
- Tecnologia
- Resultado limitado
- Cirurgia
- Frequentemente indicada
Situação
Dobra abdominal
- Tecnologia
- Não elimina a dobra
- Cirurgia
- Pode remover a pele
Situação
Braço com excesso amplo
- Tecnologia
- Não substitui braquioplastia
- Cirurgia
- Pode tratar
Situação
Coxa com excesso até o joelho
- Tecnologia
- Não substitui cruroplastia
- Cirurgia
- Pode tratar
Situação
Pequena frouxidão após lipo
- Tecnologia
- Pode complementar
- Cirurgia
- Depende da anatomia
Situação
Diástase abdominal
- Tecnologia
- Não corrige
- Cirurgia
- Exige tratamento específico
Situação
Gordura visceral
- Tecnologia
- Não trata
- Cirurgia
- Cirurgia plástica também não remove
Tecnologia
Pode oferecer:
- menor invasividade
- ausência de grandes cicatrizes
- recuperação mais curta em alguns casos
- melhora parcial
- possibilidade de tratamentos em sessões
Cirurgia
Pode oferecer:
- retirada efetiva da pele
- maior capacidade de reposicionamento
- tratamento de dobras
- correção mais ampla
- resultado mais intenso
Em contrapartida, a cirurgia envolve
- cicatrizes
- maior recuperação
- anestesia
- riscos cirúrgicos
- necessidade de afastamento
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Regiões que podem ser tratadas
Dependendo da tecnologia, podem ser avaliadas áreas como:
- face
- pescoço
- região submentoniana
- braços
- axilas
- abdome
- cintura
- flancos
- dorso
- coxas
- joelhos
- glúteos
- tórax
- outras regiões selecionadas
A mesma configuração não deve ser aplicada da mesma forma em todas as áreas.
A espessura da pele, a proximidade de nervos e vasos e a profundidade da gordura variam de região para região.
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Tecnologias após lipoaspiração
Após a retirada de gordura, a pele precisa se adaptar a um volume menor.
Em pacientes selecionados, tecnologias podem ajudar nessa adaptação.
O planejamento precisa equilibrar:
- quantidade de gordura removida
- espessura do tecido restante
- grau de flacidez
- profundidade da energia
- circulação
- temperatura
- áreas já operadas
- cicatrizes
- segurança
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Tecnologias na lipoaspiração de definição
Na definição corporal, o tratamento pode envolver camadas mais superficiais e maior detalhamento.
A associação com energia exige cautela porque pode aumentar o risco de:
- aderências
- fibrose
- marcações artificiais
- queimaduras
- retrações localizadas
- irregularidades
- hiperpigmentação
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Tecnologias em braços e coxas
Braços e coxas frequentemente geram dúvidas porque as cirurgias de retirada de pele deixam cicatrizes mais visíveis.
Quando a flacidez é discreta ou moderada, tecnologias podem ajudar.
Quando existe pele pendente, porém, elas não reproduzem o efeito de:
- braquioplastia
- cruroplastia
- retirada localizada de tecido
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Tecnologias no abdome
No abdome, o volume pode ser causado por:
- gordura subcutânea
- gordura visceral
- diástase
- excesso de pele
- flacidez
- postura
- estrutura óssea
Tecnologias de retração atuam principalmente sobre pele e tecidos superficiais.
Elas não corrigem:
- diástase
- hérnia
- gordura visceral
- grande excesso de pele
- queda importante do púbis
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Segurança e controle da energia
As tecnologias baseadas em energia precisam ser utilizadas com parâmetros adequados.
O planejamento considera:
- temperatura
- profundidade
- tempo de exposição
- velocidade de movimentação
- quantidade de energia
- espessura dos tecidos
- circulação local
- proximidade de estruturas importantes
- associação com outras técnicas
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Possíveis riscos e complicações
Dependendo da tecnologia, podem ocorrer:
- dor
- inchaço
- vermelhidão
- manchas roxas
- queimaduras
- alteração de pigmentação
- dormência
- lesão nervosa
- fibrose
- aderências
- irregularidades
- seroma
- inflamação prolongada
- necrose
- assimetria
- retração insuficiente
- retração exagerada em alguns pontos
- necessidade de correção
Os riscos aumentam quando existe:
- indicação inadequada
- uso excessivo de energia
- pele muito fina
- tratamento muito superficial
- associação imprudente de tecnologias
- circulação comprometida
- tabagismo
- múltiplas cirurgias prévias
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Quando aparece o resultado?
Alguns efeitos podem ser percebidos logo após o tratamento.
Porém, o resultado continua evoluindo durante a cicatrização.
Nos meses seguintes, podem ocorrer:
- redução do inchaço
- reorganização do colágeno
- formação de novas fibras
- melhora progressiva da firmeza
- acomodação dos tecidos
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Quanto a pele vai retrair?
Não existe uma resposta exata.
A retração depende de:
- qualidade da pele
- idade
- genética
- região
- grau de flacidez
- espessura
- tecnologia
- parâmetros
- cirurgia associada
- cicatrização
- peso
- hábitos
Perguntas frequentes
Não. Pode melhorar firmeza e contração em casos selecionados, mas não remove pele pendente ou dobras importantes.
Não existe uma única melhor. A escolha depende do problema, da região, da pele e do grau de invasividade necessário.
Não. Utilizam formas diferentes de energia e possuem profundidades e mecanismos distintos.
Não necessariamente. Cada uma possui alcance, intensidade e perfil de aplicação diferentes.
Sim. É uma tecnologia de radiofrequência fracionada associada a microagulhamento.
Sim. É uma tecnologia de radiofrequência assistida aplicada nos tecidos subcutâneos.
O VASER utiliza ultrassom para auxiliar a lipoaspiração e a definição. Pode contribuir para adaptação dos tecidos, mas seu objetivo principal é auxiliar o tratamento da gordura.
Não quando existe excesso importante de pele.
Não diretamente. Pode melhorar tônus e composição corporal, mas não retira pele excedente.
Pode ser possível, mas a combinação precisa ter uma justificativa. Somar aparelhos sem planejamento pode aumentar riscos sem melhorar o resultado.
Sim. Tecnologias térmicas exigem controle rigoroso de energia e temperatura.
Pode haver efeito inicial, mas a remodelação continua durante os meses seguintes.
Aplicações externas geralmente não deixam incisões. Tecnologias internas podem exigir pequenas entradas para cânulas ou aplicadores.
Não quando existe grande excesso de pele.
Somente quando não há indicação real de retirada de pele. Quando existe dobra ou excesso amplo, a cirurgia pode continuar sendo necessária.
A melhor tecnologia começa pelo diagnóstico correto. A consulta permite diferenciar perda de firmeza, gordura localizada e excesso de pele para escolher o tratamento com intensidade compatível com o problema.
Tecnologias de retração podem melhorar firmeza, remodelar tecidos e complementar o contorno corporal. Porém, seu resultado depende de seleção adequada e respeito aos limites da pele. Quando existe excesso real de tecido, a tecnologia não substitui a cirurgia.
Próximo passo
Avalie seu caso com o Dr. André Linhares.
A indicação depende de avaliação médica individual. Agende uma consulta para entender as possibilidades do seu caso.
Conteúdo revisado pelo Dr. André Linhares - Médico, Cirurgião Plástico | CRM-PR 31.110 | RQE-PR 29.720. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
Última revisão: agosto de 2026.
As informações deste conteúdo têm finalidade educativa e não substituem consulta médica. A indicação depende de avaliação individual. Cirurgia plástica envolve riscos, limites, cicatrizes e tempo de recuperação.
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